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O início do projecto
A nova-atlantida.com foi um
dos primeiros projectos inteiramente dedicados ao alojamento de sites em
Portugal. Criada em 1997, a nova-atlantida.com rapidamente ganhou forma e
força no mercado português.
Mais tarde, em 2001, passou
todos os seus clientes para a Ciberatlântida. Daí, em 2005, os clientes
transitaram para a Cgest e, por último, em 2008 para a empresa Iberweb.
Hoje, este site está entregue
um grupo de desenvolvimento que, preservando a memória do projecto, dará
origem a um portal de conteúdos futuristas e de antecipação, inspirados no
continente perdido.
Atlântida
A Atlântida ou Atlantis teria
sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização
nunca foi confirmada, e cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em
suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida".
A
menção conhecida mais antiga é a feita pelo filósofo grego Platão (428-347
a.C.) em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias).Platão conta-nos que
Sólon, no curso das suas viagens pelo Egipto, questiona um sacerdote que
vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições
ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre
os atenienses e o povo atlante. Segundo o sacerdote, o povo de Atlantis
viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o
Mediterrâneo terminava e o Oceano começava.
Quando os deuses helénicos partilhavam a terra, conta o sacerdote, a
cidade de Atenas pertencia à deusa Atena e Hefesto, mas Atlântida
tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares.
Em Atlântida, nas montanhas ao centro da ilha, vivia uma jovem órfã de
nome Clito. Conta a lenda que Poseidon ter-se-ia apaixonado por ela e, de
maneira a poder coabitar com o objecto da sua paixão, teria erguido uma
barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos
em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e
desta relação nasceram cinco pares de gémeos. Ao mais velho o deus dos
mares baptizou de Atlas. Após dividir a ilha em dez áreas circulares, o
deus doa mares concedeu supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de
onde Atlas espalhava o seu poder sobre o resto da ilha.
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